O Movimento Redes Livres pressiona o Congresso e os governantes a regulamentar as plataformas digitais, com transparência e auditoria dos algoritmos.
As plataformas digitais definem, por algoritmos fechados, o que milhões de brasileiros veem, compartilham e debatem. Hoje, nem a sociedade nem o Estado conseguem auditar esses critérios.
Sem regras claras, o debate público fica exposto a mudanças silenciosas de alcance, a direcionamentos que ninguém vê e a decisões tomadas por empresas estrangeiras que não prestam contas ao Brasil.
Não se trata de censura. Trata-se de transparência e responsabilidade.
Os critérios de recomendação e de redução de alcance devem ser públicos e verificáveis por terceiros independentes.
Quem paga para influenciar o debate, e quanto, precisa ser público, principalmente em temas políticos.
Pesquisadores e instituições devem poder verificar os efeitos das plataformas, como já prevê a regulação da União Europeia.
As plataformas devem responder perante a lei e as instituições brasileiras, com representação e canais de resolução no país.
Estas são as propostas iniciais. Elas serão construídas e aprimoradas com a nossa base.
1. Organizar a base. Reunir milhares de pessoas, por estado e cidade, prontas para agir.
2. Propor um modelo brasileiro. Estudar as melhores experiências do mundo e construir, com a base e especialistas, um projeto para o nosso país.
3. Pressionar o Congresso e os governantes. Cartas, audiências públicas, abaixo-assinados e mobilizações para transformar a proposta em lei.
A pressão popular funciona. Mas só se estivermos organizados.
Para uma mobilização real e pressão nos governantes, precisamos saber onde a nossa força está. Preencha os seus dados e participe da construção do projeto.
Tem ideias de como podemos regulamentar as plataformas e proteger a democracia? Envie a sua proposta para a nossa equipe.